O Instituto Adolfo Lutz confirmou ontem, dia 21 de julho, a morte da moradora Irene, da zona rural de Ceilândia, no DF, por hantavirose.
A preocupação cresce a cada nova suspeita da doença. Em São Sebastião três pessoas já morreram. Os governos local e federal alertam para o perigo de contaminação em outras comunidades rurais e até urbanas.
Desde ontem (21/07) servidores de todas as diretorias regionais estão sendo treinados para orientar a população sobre os riscos da infecção.
Os núcleos rurais, segundo o secretário de saúde, Arnaldo Bernardino, receberão dicas de prevenção sobre os riscos da infecção.
De acordo com o coordenador de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo haje, o maior problema está na falta de conhecimento sobre a doença causando assim uma alta taxa de mortalidade, os ratos podem disseminar a doença em áreas urbanas: "Toda a população deve se prevenir".
A hantavirose é uma doença viral sendo transmitida principalmente por ratos silvestres que causam síndrome pulmonar em humanos.
Esta doença teve seu primeiro caso no ano de 1993. De lá pra cá as ocorrências nos vários estados do país só aumentaram.